ORNITORRINCO

QUARTAS DE FINAIS DO SEXO

Enquanto milhões de espectadores estão vidrados na televisão acompanhando o desenrolar da Copa do Mundo da FIFA, a marca de brinquedos sexuais, Lelo, fez uma pesquisa para nos lembrar que existe um outro jogo rolando por trás da tela de plasma de transmissão HD. A Lelo ouviu mais de 35.000 pessoas de 30 países, entre 21 e 55 anos, sobre seus hábitos sexuais, e divulgou o resultado na semana passada.

Como o que interessa no momento é a decisão das quartas de finais da Copa, vou restringir essa pesquisa para descobrir qual, entre os quatro países que estão disputando a fase, é o campeão da Copa do Mundo de Sexo 2014.

BRASIL X ALEMANHA
Número de parceiros sexuais – Segundo a pesquisa da Lelo, 24% dos brasileiros afirmaram terem transado com mais de 20 pessoas diferentes. Já na Alemanha, 15% disseram que tiveram mais que esse número. Como aqui o número de partidas jogadas e vencidas é importante, o Brasil sai vitorioso. Neste quesito, a Suíça é a favorita com 26% de artilheiros, pouco mais do que o Brasil.

Sexo fora do relacionamento – Se você tem um relacionamento aberto, então pra você essa categoria não conta. Vamos julgar aqui pensando nos relacionamentos monogâmicos, onde uma noite extra-conjugal pode ser vista como traição. Neste caso, o Brasil perde porque 46% das pessoas disseram já terem traído, enquanto na Alemanha apenas 24% pularam a cerca, ou estão escondendo o jogo.

Falso orgasmo – Fingir orgamos é como fingir que está levando uma falta. As câmeras pegaram e sabem que você caiu de propósito, só você que continua lá rolando na grama fingindo dor, ou no caso, na cama fingindo prazer. O Brasil perde porque ficou com 56% de falsos e a Alemanha com 39%.

Tempo – Sabe-se que a duração de uma boa trepada varia de parceiro para parceiro e de ocasião para ocasião. Às vezes uma rapidinha pode ser melhor do que uma longa jornada na madrugada. Mas aqui, nesta comparação futebolística, é necessário que o time esteja preparado para aguentar a prorrogação e os pênaltis. Então vamos considerar que quem mais aguentar, melhor está. Ganha o Brasil, com 34% dos brasileiros afirmando transar por mais de 45 minutos contra 22% dos alemães.

Satisfação – Quem joga com prazer, joga melhor. No Brasil, 18% disseram estarem incrivelmente felizes com a suas vidas sexuais. Achei o número bem baixo para o que tenho ouvido por aí. Todo mundo diz que dá e que come, mas parece que na real não há muita satisfação. Bom, na Alemanha é ainda pior, apenas 10% assinalaram que estão com essa vibração toda.

ARGENTINA X HOLANDA
Número de parceiros sexuais – A Argentina tem 19% de pessoas dizendo terem tido mais de 20 parceiros na vida. Na Holanda é quase a mesma coisa, 17%. Ou seja, se quiserem transar mais, aconselho aos argentinos virem pro Brasil e aos Holandeses irem para a Suíça.

Sexo fora do relacionamento – Na Argentina se trai mais do que no Brasil, e na Holanda mais do que na Alemanha. O país de Maradona tem 51%, enquanto o país de Seedorf tem 28%. A França foi o país que teve maior índice de traições (75%) e Bélgica e Austrália são os que traem menos. Quer saber minha opinião? Melhor não.

Falso orgasmo – Dizer que foi quando não foi, isso a gente tá ligado que os jogadores argentinos sabem fazer. Não a toa que no resultado 70% dos argentinos disseram fingir orgasmos. Já na Holanda, 34% fingem um oh ah hum na hora H.

Tempo – E agora a surpresa, pois sendo um pais latino americano, que tem mantido uma média de jogo parecido com o Brasil, neste quesito, 9% dos argentinos afirmaram aguentar mais de 45 minutos dentro do jogo. Enquanto isso, na Holanda, 20% conseguem avançar no tempo. Só resta saber se passados esses 45 minutos, o parceiro sai e entra um outro para agarrar o pênalti.

Satisfação – Pois na Argentina, 13% responderam que estão satisfeitos com sua vida sexual, contra 16% da Holanda. Ou seja, no Brasil é melhor que na Argentina e na Alemanha é pior que na Holanda. Oremos.

RESULTADO

Não sei, faz as contas aí. Mas vou abrir o diário aqui pra confessar minha experiência pessoal. Já transei com uma argentina, uma alemã, uma holandesa e, claro, brasileira. Nada se compara com os brasileiros. Tem mais samba, ginga, drible e emoção dentro de campo. A argentina era animada, mas fiquei na dúvida se toda aquela animação não passava de uma encenação. A alemã era uma deusa loira e grande, só que estava muito bêbada para se movimentar. A holandesa era bailarina, sabia fazer uns lances com as pernas, mas foi muito malabares pro meu gosto. Não é para defender a seleção, não, mas: É Brasil! Porra.

Gabriel Pardal é editor do ORNITORRINCO.
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Informação

Publicado em 08/07/2014 por em Gabriel Pardal.
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