ORNITORRINCO

ONTEM SEMPRE HOJE

Nadam Guerra e Domingos Guimaraens trabalham em colaboração desde 2002. Em 2003, formalizaram o coletivo de artes visuais chamado Grupo UM, que passou por diferentes fases e métodos de trabalho e hoje experimenta a maturidade de uma relação aberta a se reinventar. Tudo é possível, afinal tudo é UM.

Conversamos durante a montagem da exposição “Rupestre Contemporâneo: Nadam Guerra e 10 anos do Grupo UM” (que fica até 14 de novembro na Galeria de Arte do Ibeu – Av. N. Sra. de Copacabana, 690). A exposição com curadoria de Bernardo Mosqueira comemora os 10 anos de atividade do Grupo UM. É uma mostra individual coletiva onde Nadam Guerra exibe trabalhos inéditos com Domingos Guimaraens, Aline Elias, Leo Liz, Juca Américo e Euclides Terra.

Entrei para o coletivo como pesquisador e crítico no fim do ano passado depois de longas jornadas pelas terras do norte e tinha me proposto a fazer uma entrevista, mas os dois foram seguindo sem precisar de mim. Sintonia fina.

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Juca Amélio: Para começar, queria entender: o que é o UM? Lendo o Manifesto UM, vejo um desejo de movimento, um desejo de vanguarda que toma posição. E isso me parece uma coisa um pouco rara hoje em dia. O que vocês entendem por Grupo UM e Arte Única?

Domingos Guimaraens: Acho que por nossas trajetórias individuais, vindo de campos distintos, mas percebendo que nossa comunicação era fluida e que nossos trabalhos se conectavam mesmo usando suportes diferentes, entendemos que não havia necessidade de criar categorias estanques. Percebemos que trabalhar nas fronteiras, em terrenos híbridos, era o nosso interesse.

Nadam Guerra: Concordo com o Domingos. O manifesto surgiu também porque nós dois estudamos teatro e literatura, não artes visuais. E, por mais que todas as artes tenham passado pela vanguarda, talvez nenhuma tenha introjetado tanto as vanguardas em seu sistema como as artes visuais. E é por isso que caímos nas artes visuais, porque é um campo capaz de absorver este questionamento.

DG: Talvez as artes visuais recebam mesmo outros suportes e técnicas com mais facilidade, e, por isso, as pessoas nos definam como artistas plásticos, e acabe sendo mais fácil interagir com este universo. Apesar de querermos derrubar as fronteiras e criar pontes, o mundo à nossa volta impõe rótulos e cria cercas para facilitar a compreensão. É um trabalho nosso constante descolar estes rótulos e retirar essas cercas.

NG: De certa forma, por termos estas outras formações, entramos no campo da arte marginalmente, e, naquela época, sentimos a necessidade de nos posicionar utilizando a forma de manifesto e de reivindicar um espaço que não fosse o do artista plástico. Não queríamos uma vanguarda que funcionasse como uma correnteza em única direção, pressupondo algo que viria em sua direção contrária no futuro, mas queríamos algo que funcionasse como um delta de um rio, com muitos caminhos a serem seguidos, que se interconectam e, no final, desaguam em um só.

DG: Não encontramos o meio como um dado, como um caminho pronto a seguir. Sentimos a necessidade de criar um espaço novo e de questionar este sistema que não nos cabe. É o poema que não cabe no livro. É a imagem que não cabe na pintura. Somos nós que não cabemos nos compartimentos estanques da arte. Então como é o espaço que nos cabe? Que cabe tudo? Para isso começamos o Grupo UM.

NG: Seja participando de uma exposição, de um festival de artes cênicas ou de cinema, sempre tinha algo no trabalho que sobrava. Tive esta experiência, no meu trabalho individual, com o cinema manual, de como o mesmo trabalho podia participar de circuitos com lógicas muito distintas e sempre um pouco como estrangeiro.

DG: Essa metáfora do estrangeiro é muito boa, pois, ao mesmo tempo em que é aquele que está deslocado, isso não é negativo. O estrangeiro é também aquele que pode olhar de fora, com olhar estrangeiro, para algo que todos daquele universo já estão viciados a enxergar.

JA: Então o que define o UM é a miscigenação, a hibridização e a estrangeirização?

DG: Bem, aí você toca em um ponto importante. Nós nos sentimos híbridos, estrangeiros e miscigenados. Mutantes híbridos da fronteira. Um espaço de pontes, e não de margens.

NG: E o mundo passa por este momento. Se você pensa em América Latina, isso é muito forte, mas acho que todo o mundo passa por isso. A fusão de oriente e ocidente. O fim do eurocentrismo é também o fim exótico. Hoje, todos somos o centro e tomos somos o outro, também. Para mim, o híbrido é um estágio de transição, não é o fim. É onde ainda se pode ver partes de algo anterior se misturando. Uma pata de pato aqui, um rabo de castor aí, uma luz de vaga-lume acolá… Acho que o UM é o todo. Tudo junto. Não importa de onde vem, não porque não tenha vindo de algum lugar, mas porque já não há fronteiras que digam onde começa e onde termina o lugar de onde veio. E isso não quer dizer uma homogeneização. E sim uma diversidade extrema que faz com que a taxonomia fique irrelevante.

JA: Queria, então, que vocês falassem da história do Grupo. De que maneira ele surgiu, cresceu e se transformou.

NG: Conheci Domingos no CEP 20.000 em 2002; ele estudava letras e apresentava suas primeiras performances de poesia e imagem. Eu tinha acabado de me formar em teatro e de estrear meu primeiro solo espetáculo/performance/exposição/livro Complexiótica.

DG: Interessante como pediam para definirmos o que fazíamos, e usávamos tantas palavras antes de achar o UM. Lembro que trocamos livros. Eu tinha o lançado o Cartapácio (mistura de carta com carpaccio) que era meio fanzine, os poemas junto com imagens em um envelope, e o Nadam me deu a Complexiótica Hermética, mas eu não cheguei a ver a performance. O primeiro trabalho do Nadam que vi foi o Cinema Manual. Aliás, vi duas vezes na mesma noite. No CEP e depois numa festa na Casa da Matriz. Foi uma experiência mágica.

NG: Foram as primeiras apresentações do Cinema Manual. Duas no mesmo dia! Eu tinha passado dois anos na Complexiótica, em que eu falava sem parar por 50 minutos; com o Cinema Manual, eu queria fazer um trabalho puramente visual, sem palavra, sem narrativa, só música e imagem, totalmente abstrato.

DG: No fim da apresentação eu fui falar com o Nadam para montarmos um companhia de performance. Eu pensava em um ônibus que saísse pelo Brasil com vários performers, um circo surrealista pós-moderno. (Risos.)

NG: Acho que, na hora, eu nem respondi. Era uma viagem. (Risos.) Mas eu estava acabando de escrever uma proposta para o Espaço Sesc de Copacabana que ia abrir no mês seguinte e chamei o Domingos para me ajudar. Era o Cinema Manual Convida. Quatro sextas, em cada dia duas peças de Cinema Manual, e três convidados: um fotógrafo, um performer e uma banda.

DG: E as improvisações no final, que eram incríveis. Eu preparei a Primavera Derretida para este evento. Foi ótimo e ficamos mais próximos. Daí o Nadam me mostrou o Manifesto UM.

NG: Eu escrevi depois de um dos eventos no Espaço Sesc, tinha a ver com as nossas conversas de pensar uma arte sem distinção de gênero (literatura, arte cênica, cinema, arte visual, música).

DG: No início de 2003, formalizamos o grupo, chamamos os amigos e os amigos chamaram amigos. Não tínhamos o ônibus, mas estávamos juntos, isso era o mais importante.

NG: De 2003 a 2004, o grupo vivia bem focado nos eventos de arte visual viva que chamávamos de Visor. Não tinha nenhum financiamento, o lema era o autofomento. No Visor, a proposta era que cada um tinha de produzir um trabalho novo com o tema que escolhíamos, que saíam do manifesto: Performances Fotográficas, Teatro Abstrato, Escultura Imaterial, Humanogravura, Chanchada Conceitual.

DG: Os temas geravam muitos debates. O que era uma Humanogravura? Na verdade, eram nossas obras que redefiniam o que significava esta nova categoria da arte. Um jogo com esse movimento perpétuo de rotular e descolar os rótulos. Mas fizemos algumas atividades internas também. Alguém trazia uma proposta e fazíamos uma vivência. Acho que foi um momento muito rico para todos. E sempre tinha alguém novo, uma outra ideia.

JA: Em 2005, o grupo se reorganiza, certo? O que foi que aconteceu?

NG: Acho que foi o processo natural.

DG: Tinha um pouco de um desgaste. Em 2004, fizemos muitas coisas que não eram propriamente o trabalho do grupo. Encontro de coletivos, o Posição 2004, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e várias outras apresentações em que só parte do grupo conseguia estar presente.

NG: Eu tinha proposto uma radicalização do grupo, que o tema do próximo evento fosse o Falsa Identidade, que consistiria em cada um fazer a obra do outro e assinar pelo outro. Queria discutir autoria, personalidade. Achava que, por estar, havia dois anos, convivendo e vendo como as pessoas trabalhavam, era capaz de entender como pensavam e de ter ideias de outras pessoas.

DG: Só que parte do grupo não ficou confortável com a proposta. Acho que não estávamos preparados para esse momento de diluição radical da autoria, de sumir com os nomes dos indivíduos e tudo ser realmente UM. Aí veio uma contraproposta chamada Destrutivismo.

NG: Que eu achava muito agressivo e um tanto inócuo. Destruir o quê? Para quê?

DG: No fundo, acho que o Destrutivismo foi nosso último trabalho daquela formação. Rolou uma dispersão; muitos que ainda faziam parte do grupo já não estavam mais tão engajados, tocavam suas produções individuais. Numa reunião com pouco quórum, resolvemos acabar com o grupo. Só que logo depois chegaram a Julia e Joana Csekö.

NG: Elas diziam que não podíamos acabar com o grupo. Para darmos um tempo.

DG: Congelar. A ideia era congelar para depois descongelar, se fosse o caso. Uma espécie de criogenia. Algo bem ficção científica. (Risos.)

NG: Isso ficou meio no ar. Eu e Domingos decidimos fazer o V::E::R, um encontro de arte viva no Parque Lage que juntou mais de 30 artistas e uma mostra internacional de vídeos. Produzimos também trabalhos em parceria em que usávamos o nome de NGDG.

DG: Eram as nossas iniciais, mas eram muitas as interpretações que chegavam: New Galaxy Dimensional Gate, por exemplo. Já era uma forma de diluirmos e compartilharmos ainda mais a autoria. Em 2005 começamos a entender melhor isso. Fomos para o México como Grupo UM e o Nadam também foi para o Ano do Brasil na França com um trabalho nosso, assinando em nome do Grupo UM.

NG: É. De 2005 a 2009, a parceria teve, bem clara, uma divisão: encontros para criação de um trabalho conjunto por um lado, e, por outro, esta atuação como agente cultural que foi a produção do V::E::R e depois das residências em Terra UNA [Juliana d2] .

DG: Foi quando fizemos a série Pintura em Frequência Variada, O Homem Amplificado e alguns projetos que ficaram inacabados ou engavetados. Trabalhos que combinavam a ótica abstrata, uma pesquisa que o Nadam trouxe e que se conectava muito com as minhas pesquisas com luz e sombras. Estávamos muito sintonizados.

NG: E fizemos algumas parcerias na Poesia Paisagem que o Domingos trazia também, que eram uns poemas escritos no mundo. O nome “poesia” era importante aí. As artes visuais incorporam com muita facilidade outras artes, mas a literatura, por exemplo, tem dificuldade nisso. No Grupo UM, nada é artes visuais ou literatura, tudo é UM, o importante era narrar com imagens, desenhar com palavras.

JA: Vocês consideram o trabalho de gestão em Terra UNA como parte da obra do coletivo?

NG: Sim e não. A concepção de grupo que tínhamos é que tudo é um. Então, tudo que eu faço tem de ser um. Se eu me apresento em um festival, o Grupo UM foi ao festival. Se eu vou à padaria, o Grupo UM foi à padaria. Mas faço uma diferenciação mesmo, porque tanto no V::E::R quanto em Terra UNA sempre tiveram outras pessoas envolvidas.

JA: E em 2009 vocês marcam outra mudança?

DG: São coisas da vida. O Nadam se mudou para Terra UNA. Eu entrei para o OPAVIVARÁ!. Acabamos interrompendo um pouco a parceria mais direta. A relação aberta tem dessas coisas, movimentos de aproximação e afastamento, mas sem nunca perder a sintonia comum.

NG: Teve um estágio intermediário. Em 2008, o Daniel Toledo Convidou o Grupo UM para fazer uma ação conjunta com o OPAVIVARÁ!, que foi o Moitará. E logo depois tivemos uma reaproximação com o Grupo Py por conta das atividades que eles fizeram no Sérgio Porto.

DG: O Py tinha saído um pouco da experiência do Grupo UM, depois do seu congelamento em 2005. E o OPAVIVARÁ! era uma dissidência do Py. Assim, reunir dissidências de dissidências era um momento de muito amor.

NG: Nessa época, surgiu a ideia de fazer a fusão dos grupos, algo como um holding ou um cartel… (Risos.) Depois, o OPA tentou comprar as ações do Grupo UM, mas acabou cooptando só o Domingos.

DG: Mais ou menos isso. Vejo que a aproximação do Grupo UM salvou o OPAVIVARÁ!; eu entrei e integrantes que estavam afastados se reaproximaram. O Moitará é um trabalho em movimento que está aí até hoje unindo os dois coletivos.

NG: O Moitará acho que é importante para todos nós. Para o Moitará, fizemos mil moedas de cerâmica, que se tornaram colares que trocamos por seja lá o que for.

DG: Sim. Objetos, músicas, ações, tudo.

NG: No Moitará, a arte não está nem nos colares, nem nesta coleção absurda que acumulamos no blog, mas no entre. No processo de trocar. Nas negociações, nos encontros que esta obra nos propicia. É um trabalho de troca, de relação. A partir dele, no meu trabalho pessoal, passei a focar mais na arte como relação.

DG: Voltando à cronologia, de 2010 em diante a nossa parceria se focou na residência em Terra UNA.

JA: Que é uma criação também. Todo o formato, o processo seletivo autogestionário; é uma criação rica também.

NG: Claro, mas de outra ordem.

DG: Eu vejo a residência como um momento muito importante, uma continuidade do trabalho no que tange a vontade de agregar pessoas e pensamentos de diferentes lugares, de entrar em contato com diferentes suportes e métodos de realização. Para ser UM é preciso estar em contato com muitos.

NG: E o OPAVIVARÁ! tem muito a ver com Terra UNA. No início, eu até estranhava as propostas. Eu pensava: como assim o trabalho é cozinhar junto? Isso é o que eu faço todo dia… Criar um espaço de convivência? Isso é que eu estou fazendo em Terra UNA e não chamo de arte este trabalho.

DG: E o próprio Moitará. Terra UNA tem um trabalho com rede de troca e economia solidária. Sem essa experiência anterior não teríamos chegado ao Moitará.

NG: Sim. O trabalho das ecovilas tem muito de utópico, muito de ter coragem e criatividade de viver diferente.

DG: Isso é arte afinal, arte levada às últimas consequências. Acho que é a mesma dissolução que o OPA faz entre arte e vida. Criar um espaço que, durante a ação, não crie uma separação entre artista e público, para que todos sejam UM. Como disse o Nadam, “Arte quando é boa é vida. Vida quando é boa é arte”.

JA: Muito bom. E agora em 2013 tem esta exposição abrindo uma nova fase do grupo.

DG: Quando o Nadam disse que íamos fazer uma exposição de 10 anos do Grupo UM, fui eu que achei uma viagem. (Risos.) Comecei a imaginar reunir todas as pessoas que tinham participado desde 2003. Foi me dando uma preguiça…

NG: Só que o Grupo UM é um grupo para frente. Não estamos fazendo uma retrospectiva.

DG: Sim, isso me deu um alívio e um desejo de futuro que me estimulou muito.

NG: Eu tinha começado a trabalhar com estes artistas em 2012, primeiro como um grupo de estudos e parcerias. Daí veio a vontade de trazê-los para o Grupo UM e o Domingos topou.

DG: Claro. Mesmo porque fui eu que apresentei a Aline Elias para o Nadam. Sou fã dela. E a Leo Liz trabalhava com a Ophélia nas ações feministas, foi vários dias cozinhar com a gente na ocupação da Praça Tiradentes. São artistas cheios de potência. Essa nova geração parece que já vem com programas de software atualizados. Parece que todo aquele papo de se é arte, se é teatro, se é literatura que nos deparávamos muito em 2003, já está superado. Vale o que vem do coração.

NG: Estes novos artistas trazem um sangue novo, novos suportes, novas propostas, novas interações, e isso é o Grupo UM.

DG: Afinal, como já percebemos, para ser UM é preciso ser Muitos.

NG: E esta exposição tem um formato similar aos nossos eventos Visor, de 2003/2004. Cada um fazendo uma obra nova, ao mesmo tempo em que vão surgindo as parcerias.

DG: E há um tema no clima do Manifesto UM.

JA: Isso que eu ia perguntar: o que vocês querem dizer com este Rupestre Contemporâneo?

DG: São dois termos que parecem distantes, incompatíveis, paradoxais… Mas quanto maior a polaridade, maior a energia liberada na fusão! Juntos, constroem uma ideia de tempo não linear, de um tempo em quatro dimensões.

NG: Exatamente, não é mais aquela linha temporal na qual só se pode caminhar para frente. O Rupestre Contemporâneo convida todos a caminhar livremente pelo tempo/espaço, sabendo que o mais atual pode ser o rupestre. Vejo nos trabalhos tanto da Leo como do Euclides muito desta radicalidade, ao mesmo tempo crua e sofisticada. Ancestral e de vanguarda. Talvez uma vanguarda que não é de ruptura, que não é contra nada, mas que aceita, incorpora toda a herança da humanidade.

DG: Lembro-me de uma história de Rupestre Contemporâneo. Num sítio arqueológico, arqueólogos contrataram um carpinteiro para construir um guarda-corpo que impedisse as pessoas de tocar nas pinturas rupestres. Deixaram o rapaz fazendo o serviço. Ao voltarem no dia seguinte, o carpinteiro não tinha construído o guarda-corpo ainda, ele preferiu usar o tempo para restaurar e deixar com cores mais vívidas aquelas pinturas quase apagadas. Ele entendeu o Rupestre Contemporâneo no seu cerne. Flutuou pelo tempo como uma rainha flutua num tabuleiro de xadrez infinito.

JA: Amigos. Gratidão por essa conversa e longa vida ao Grupo UM.

Juca Amélio é curador e crítico de arte.

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Informação

Publicado em 24/10/2013 por em Juca Amélio.
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